Investir com segurança: 4 opções que valem a pena considerar

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Você tem algum dinheiro sobrando e quer investir com segurança, mas não sabe por onde começar? Que tal conhecer um pouco mais sobre as opções seguras existentes no mercado e que oferecem retornos superiores aos da poupança?

Se você não tem experiência no mundo dos investimentos e sabe da importância que o acúmulo de reservas financeiras tem para que você alcance seus objetivos, é imprescindível que busque opções que ofereçam riscos menores. Para isso, você deve buscar caminhos que garantam um bom retorno, para não comprometer a saúde financeira da sua família.

Por esse motivo, preparamos este post para apresentar a você algumas opções de investimento que têm um elevado nível de segurança e que oferecem bons rendimentos para o seu dinheiro. Confira!

EM QUAIS MODALIDADES VOCÊ PODE INVESTIR COM SEGURANÇA?
Existem várias opções de investimento no mercado. Elas se diferenciam de acordo com o prazo, a rentabilidade, a instituição emissora, os indexadores, entre outros elementos. Dentre elas, podemos destacar:

1. Tesouro Direto
O Tesouro Direto corresponde a um programa desenvolvido por meio da parceria entre o Tesouro Nacional e a BM&F Bovespa, que permite a compra de títulos públicos federais, por pessoas físicas, de forma online. Assim, você pode aplicar os seus recursos sem a necessidade de um intermediário financeiro.

O investimento nessa modalidade apresenta um dos menores riscos do mercado e, além de oferecer boa rentabilidade, tem liquidez diária. O valor mínimo de aplicação é de R$30,00 e ocorre a incidência do Imposto de Renda sobre o seu rendimento.

Os títulos disponíveis no Tesouro direto são:

• tesouro prefixado: tem a rentabilidade conhecida desde o momento da aquisição;
• tesouro prefixado com juros semestrais: se diferencia do anterior pelo pagamento de juros semestrais;
• tesouro Selic: tem remuneração diária indexada à Selic — taxa de juros básica da economia;
• tesouro IPCA: tem rentabilidade associada à variação do IPCA — Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo — somada aos juros determinados no momento da aquisição;
• tesouro IPCA com juros semestrais: se difere do anterior pelo pagamento de juros semestrais.

Cabe destacar que os títulos públicos emitidos pelo Governo Federal têm o objetivo de financiar os investimentos em saúde, educação, entre outros.

2. Certificado de Depósito Bancário (CDB)
O CDB é um título ofertado por instituições bancárias que visam financiar as suas atividades de crédito. Ao adquirir uma dessas aplicações, você realizará uma espécie de “empréstimo” ao banco emissor, em troca de determinado rendimento.

A remuneração do CDB varia de acordo com a instituição e pode ser:

• prefixada: é negociada previamente e, durante a vigência do título, você sempre receberá a remuneração definida em acordo prévio;
• pós-fixada: é variável de acordo com alguma taxa de referência que, em geral, é o CDI — Certificado de Depósito Interbancário;
• híbrida: é determinada pelo somatório entre uma taxa fixa de juros e uma taxa pós-fixada.

O CDB é garantido pelo FGC  — Fundo Garantidor de Crédito — até o limite de R$250 mil, ou seja, caso a instituição financeira tenha problemas para o pagamento dos títulos, o FGC garante a efetivação do mesmo, até tal valor.

Cabe destacar que há incidência de Imposto de Renda sobre essa modalidade de investimento.

3. Letra de Crédito Imobiliário (LCI) / Letra de Crédito Agropecuário (LCA)
O LCI é uma modalidade de investimento de renda fixa, emitida pelos bancos, cujos recursos são direcionados para financiar as atividades do setor imobiliário. Ela tem uma data de vencimento que é estabelecida previamente, por isso, você já conhece o valor da sua remuneração até o final do prazo.

O LCA, por sua vez, tem as mesmas características da LCI — em relação à rentabilidade e ao vencimento —, mas se diferencia por ser direcionado para o financiamento do agronegócio.

Ambos são considerados investimentos seguros, têm isenção de Imposto de Renda, são garantidos pelo FGC até o limite de R$250 mil e podem ter rendimentos:

• prefixados: em que o investidor conhece previamente a rentabilidade;
• pós-fixados: o rendimento é variável conforme o CDI.
Como não existem grandes diferenças entre os dois títulos, a sua escolha deve ser baseada na remuneração, no aporte inicial e no prazo de aplicação.

4. Previdência Privada
A Previdência Privada funciona como um investimento de longo prazo e é uma forma de complementar os valores pagos pela previdência social do INSS — Instituto Nacional do Seguro Social.

Ao realizar aplicações frequentemente, você pode acumular um montante considerável para usufruir na sua aposentadoria. O resgate final varia de acordo com determinados critérios, como:

• valor investido inicialmente;
• total investido;
• prazo do investimento;
• tipo de previdência contratada;
• rendimento.

As instituições oferecem uma série de planos de previdência privada. Por exemplo, em alguns tipos, você pode realizar um depósito único; em outros, você pode fazer uma contribuição menor durante um determinado tempo. Assim, o valor recebido no fim do período vai depender do tipo de plano, do tempo de contribuição e do valor aplicado.

Quanto ao resgate dos benefícios, existem várias formas de realizá-lo, das quais podemos citar:

• resgate total: ocorre o resgate do montante total acumulado no período;
• renda mensal temporário: os valores são pagos em parcelas até o vencimento do contrato;
• renda mensal vitalícia: ocorre o pagamento mensal até o falecimento do contratante;
• renda mensal vitalícia transferível: difere do anterior pelo recebimento do benefício por pessoa estabelecida em contrato ou por filhos menores de idade do investidor, após o seu falecimento.

É importante destacar que, ao contratar um plano de previdência privada, você deve saber com clareza, como será feita a devolução dos valores aplicados e quais taxas devem ser pagas. Assim, você evita qualquer surpresa desagradável.

Como você pode perceber, existem várias opções disponíveis no mercado para que você possa investir com segurança. Para evitar prejuízos futuros, é importante é pesquisar quais investimentos se enquadram no seu perfil e escolher uma instituição que tenha credibilidade no mercado.

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